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QUANDO DEUS UNE
Maria Nilceia
Nossa intenção é chamar as pessoas à reflexão, quanto ao casamento.
A maioria aceita fatos impostos sem a necessária análise.
Casar é sinônimo de unir.
Vejamos: Evelyn tinha como meta casar com um homem rico. O dinheiro para ela era tudo.
Conseguiu conquistar a atenção de Pietro, jovem médico com grande clientela.
Ele encantara-se com sua beleza; todavia, Pietro não despertava em Evelyn nenhum sentimento de amor, ao contrário, a jovem esforçava-se para suportar seus carinhos.
Motivada pelo dinheiro que teria em mãos, aceitou o pedido de casamento.
O casamento foi lindo!
Entre tantas coisas, o padre afirmou: o que Deus une o homem não separa.
Analisemos a questão usando a razão. Será que Deus aceitaria unir duas pessoas para sempre, sendo que uma delas não tem amor no coração? Será que Deus compactuaria com o interesse escuso de Evelyn?
Evidentemente que não.
Deus endossa apenas atos de amor, pois Ele é o próprio amor. Demonstrado fica então, que Deus não uniu Evelyn ao jovem médico. O padre cumpriu o que lhe coube fazer, ou seja, falou bem, aconselhou, mostrou o caminho... mas não existe casamento quando uma das partes não está impregnada de amor.
Quem casa é somente o AMOR.
Este é o sentimento que diz se o matrimônio foi consolidado também no céu.
Festa, luxo, pompa... tudo isso é coisa do homem e não de Deus.
Aqui vai nosso apelo aos casais: casem sim, mas somente se existir amor. Que cada cônjuge batalhe para constituir um lar formado sobre sólido alicerce. Maturidade, doação, desprendimento, compreensão... essas são as paredes de um lar feliz.
E para que essas aquisições se concretizem, continua válida a frase de Jesus:
-Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
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