Filosofia Libertadora

 

 
 
Santo Agostinho,
dono de alma bandeirante,
desejava muito saber,
sobre a natureza íntima de Deus.
Caminhando certo dia numa praia,
viu um garoto abaixado,
que com uma concha
tirava água de um buraco.
 
 
Agostinho disse ao menino
que jamais terminaria esse trabalho,
pois o mar era muito grande
e a concha pequena era!
O menino tomou a forma de um anjo
e a Agostinho respondeu:
o mesmo ocorre em relação ao que desejas,
Deus é muito grande
e tua cabeça muito pequena é!
 
 
Realmente, a verdade assim palpita,
o ser humano normalmente,
com muitas dúvidas apoquenta-se
e não as tira da mente.
Por enquanto,
para nós deve bastar saber que:
nenhuma dúvida é pertinente,
àquele que vive com fé e contente.
 
 
Entendamos que Deus é bom,
não castiga, apenas disciplina,
não acusa, ampara,
não bate, acaricia,
não nos esquece,
está sempre presente,
com amor nos ensina amar.
 
 
Pelas canções transcendentais,
ensina aos ocidentais
a sabedoria dos orientais,
e aos orientais ensina
a serem abertos como os ocidentais.
Nessa comunhão de filosofias,
surge a libertadora Filosofia Divina!
 
 
Ela desoprime o coração angustiado,
fortifica o desanimado,
vivifica o semblante cansado,
dando-lhe, além de orientação,
grande e importante respaldo,
em toda boa ação.
 
 
É por isso que falo ao Criador :
-Sois a fonte de meu labor,
minha inspiração na alegria e na dor,
a Ti, agradeço e louvo,
com sinceridade digo,
Sois meu grande amigo!

 

 
Maria Nilceia
 
- Inspirada no livro de Richard Simonetti,
Para Viver A Grande Mensagem -